02. agosto 2013 · Comentários desativados · Categories: Uncategorized

Secretária Municipal Adjunta da SMAS de São José, Sra. Luciana Pereira da Silva e o Fundador da OSCIP PURANA

No dia 17 de julho de 2013, na Secretaria Municipal de Assistência Social de São José SC), foi apresentado um resumo do Projeto PURANA de Multiplicação de Valores Humanos nas escolas como forma de Prevenção Primária ao Uso Indevido de Drogas, ou seja, Conscientização a crianças, adolescentes e jovens poderem evitar experimentar drogas através do processo de se vivenciar Valores Saudáveis no cotidiano.

Informamos que protocolamos Projeto Piloto no Governo do Estado de SC, onde pretendemos atingir até 50 mil crianças, adolescentes e jovens indo diretamente em escolas da Grande Florianópolis nos primeiros 18 meses em um caminhão-palco itinerante, o qual a PURANA precisa de recursos a viabilizar a aquisição.

Neste Projeto protocolado e que pode ser estendido em escolas de São José, poderão ser efetuadas Palestras Lúdicas divertidas e responsáveis com Música ao vivo, esquetes com Artista “Palhestrante” e exibição de vídeos positivos educativos multiplicando Valores Saudáveis diretamente nas escolas com portões abertos às mães, pais e vizinhos.

Na fraterna reunião, a OSCIP PURANA convidou a Prefeitura de SJ à parceria com possível Convênio e foi orientada a buscar a Secretaria Municipal de Educação de São José pra agendar reunião sobre a possibilidade de Parceria entre o Município de São José e a OSCIP PURANA a executar Projetos nas escolas.

Agradecemos à Secretaria Municipal de Assistência Social, em especial á Sra. Luciana, nova Amiga da Nobre Causa PURANA, ao Secretário Sr. Lédio Coelho e à Sra. Mileine Deloine que assessorou a reunião na SMAS de SJ.

Está, portanto, plantada a primeira semente do Projeto PURANA em São José, importante cidade da Grande Florianópolis a qual a PURANA, assim como em outras cidades, está à disposição a ajudar a Sociedade, portanto, as famílias, a terem cada vez mais filhos se tornando Cidadãos “Valorosos” e livres da experimentação de drogas.

Em tempo: uma OSCIP existe para ajudar na execução das Políticas Públicas nas três esferas governamentais.

Sobre recursos a viabilizar os Projetos que devem ser sempre filantrópicos:

1. A OSCIP PURANA está apta a receber recursos governamentais

2. E também está apta a firmar contratos de Marketing com Empresas que queiram aliar suas Marcas com a Nobre Causa de Multiplicação de Valores Saudáveis às famílias!

31. julho 2013 · Comentários desativados · Categories: Uncategorized

Lendo o artigo do Sr. Secretário Grubba publicado no DC e no ND Online, acreditamos que nosso trabalho na OSCIP PURANA, que é itinerante por Escolas, filantrópico e profissional e que está precisando de Recursos a operar, vai de encontro ao que o Sr. Secretário diz:

É preciso trazer ao debate social um olhar de autocrítica sobre causas emergentes dos tempos atuais: família, valores, ética, dependência química, exclusão, preconceito, juventude, violência, criminalidade, políticas públicas e mobilização comunitária. O poder público e a sociedade civil organizada, em simbiose e nos mesmos alinhamentos de propósitos, devem gerar ações concretas e efetivas para o auxílio à solução desta grave crise de valores.”

Fonte: http://www.ndonline.com.br/florianopolis/colunas/opiniao/91028-juntos-somos-mais-fortes-contra-o-crack.html

Este artigo vai (muito) de encontro à Nobre Causa PURANA: a OSCIP PURANA é especializada em ir à escolas e bairros para Projetos Filantrópicos de Prevenção Primária ao uso indevido de drogas. Projetos através de Multiplicação de Valores Humanos a serem executados em escolas, veja mais emhttp://purana.org.br/blog/?p=2556

01. julho 2013 · Comentários desativados · Categories: Uncategorized

Clique na Imagem, abra sua Mente, conheça, reflita, conclua e Compartilhe a Nobre Causa PURANA!!!

Veja aqui a notícia sobre o Repasse do Governo de SC para tratamento de dependência química:

http://www.rbatv.com.br/noticia-rban/estado-repassara-r-1-milhao-mes-para-a-recuperacao-de-dependentes-quimicos-6891

E aqui fonte das demais informações:

31. maio 2013 · Comentários desativados · Categories: Uncategorized

31. maio 2013 · Comentários desativados · Categories: Uncategorized

Proibir a publicidade, a promoção e o patrocínio é uma das melhores formas de evitar que os jovens comecem a fumar e de reduzir o consumo na população inteira. Esta é a premissa da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao escolher a propaganda como mote deste Dia Mundial Sem Tabaco (31). Segundo a entidade, um terço dos jovens que experimentam fumar o fazem porque são estimulados pela publicidade. Do total, 78% dos jovens de 13 a 15 anos no mundo dizem estar expostos a alguma forma de propaganda do tabaco.

“O uso do tabaco está no topo da lista de ameaças universais à saúde e, no entanto, é completamente evitável”, diz a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. “Os governos devem ter como prioridade máxima impedir a indústria de tabaco de continuar a vergonhosa manipulação dos jovens e das mulheres, em particular, para recrutar a nova geração de viciados em nicotina.”

Fonte: UOL

31. maio 2013 · Comentários desativados · Categories: Uncategorized

Cigarro mata 200 mil pessoas por ano no país, segundo o Inca

De acordo com o Médico Drauzio Varela, a nicotina é a substância química que mais causa dependência e abstinência. Nesse sentido, é pior que a maconha, a cocaína e o crack.

O médico também falou sobre fumantes passivos, que respiram até três vezes mais nicotina na fumaça que se desprende do cigarro, em relação ao que o fumante ativo inala quando traga. Por essa razão, o especialista pediu uma maior consciência para quem fuma, que não deve fazer isso em casa nem próximo de crianças, idosos ou mulheres grávidas.

Tabagismo (Foto: Arte/G1)

Imagem retirada da TV Globo / INCA

Cerca de 25 milhões de brasileiros são fumantes. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 200 mil pessoas no país morrem por ano em decorrência do cigarro.

Quem fuma adoece com uma frequência duas vezes maior que um indivíduo livre do vício. Também tem pior resistência física, fôlego, aparência e desempenho nos esportes e na vida sexual.

Fonte: TV Globo

14. maio 2013 · Comentários desativados · Categories: Uncategorized

A pesquisa constatou que um simples gole de qualquer bebida alcoólica feita por crianças menores de 12 anos aumenta em 60% as chances delas, quando adolescentes, consumirem álcool abusivamente.

Este é mais uma reportagem que vai de encontro à Sugestão da OSCIP PURANA, que é sugerir carinhosamente e de forma lúdica à crianças, adolescentes e jovens evitarem experimentar drogas.

Lembrando: álcool é droga. Droga lícita sim, mas é droga e tem matado e adoecido milhões de pessoas que têm propensão a serem dependentes químicos.

Portanto, a sugestão óbvia é: quem evita experimentar, COM CERTEZA já está evitando se tornar dependente em álcool e/ou outras drogas.

Logo a seguir a transcrição da reportagem da Folha de S. Paulo:

João tinha 11 anos quando experimentou vinho oferecido pelos pais, em 2008. Aos 15, foi a vez do primeiro pileque, causado pelo consumo excessivo de vodca com energético numa festa com amigos. “Agora, quando chego meio bêbado em casa minha mãe sabe que eu bebi, mas finge que não sabe”, diz o jovem de 16 anos, aluno do 2.º ano do ensino médio de um colégio tradicional de São Paulo.

Hoje, ele diz que consome frequentemente álcool com os colegas. A primeira experiência do estudante com vinho pode explicar e até justificar o seu hábito de consumo atual. É o que revela uma pesquisa inédita da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) feita com base em entrevistas realizadas com 17 mil adolescentes do ensino médio de 789 escolas públicas e privadas de todo o País.

O estudo, feito pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Unifesp, constatou que um simples gole ou experimentação de qualquer bebida alcoólica feita por crianças menores de 12 anos aumenta em 60% as chances delas, quando adolescentes, consumirem álcool abusivamente. “O contato que a criança tem com bebidas na infância pode não gerar apenas um adolescente que ocasionalmente fica de porre. Ela pode acabar adquirindo o padrão abusivo de consumo de álcool”, afirma Zila Sanchez, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo.

A pesquisa também constatou que, dentre os estudantes que afirmaram ter consumido algum tipo de bebida alcoólica na vida (82% dos entrevistados), 11% experimentaram antes dos 12 anos. Para a nutricionista Camila Leonel, o consumo precoce tem um impacto claro na saúde do jovem. “O álcool causa modificações neuroquímicas, com prejuízos na memória, aprendizado e controle dos impulsos. O sistema nervoso dos menores ainda está em desenvolvimento”, afirma.

E para evitar o contato inicial com a bebida não basta apenas que os pais proíbam o acesso ao álcool, segundo Ilana Pinsky, vice-presidente da Associação Brasileira de Estudo de Álcool e Drogas (Abead). “Se os pais têm o hábito de beber todos os dias para relaxar, por exemplo, não adianta conversar muito sobre como beber de forma responsável”, diz ela.

Ilana critica a “enorme” quantidade de bebidas que há dentro dos lares de muitos brasileiros. “Os pais têm de ter cuidado com os bares que ficam dentro das próprias casas, para que as crianças não tenham acesso a eles”, diz. Na casa da empresária Cláudia Silva, que tem uma filha menor de idade, não há esse risco. “Aqui em casa é zero álcool. Nada disso de dar só um golinho para experimentar”, diz a mãe.

Propaganda

Mesmo com o controle dos pais, há outros fatores que podem influenciar a entrada precoce do álcool na vida dos menores. “A propaganda de cerveja na televisão, mesmo não sendo direcionada à criança, influencia o consumo. Ela acaba se associando com atividades esportivas, coisas que o adolescente gosta”, afirma Edgard Rebouças, coordenador do Observatório da Mídia, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e conselheiro do Instituto Alana.

Segundo a Ambev, uma das maiores empresas de bebidas do mundo, o consumo de bebidas por menores é algo que a marca quer evitar. “Esse lucro não nos interessa. Fazemos de tudo para que essa relação do menor com a bebida não aconteça”, diz Ricardo Rolim, diretor de relações socioambientais da Ambev. Ele cita programas da empresa, como o Jovem Responsa, que, em parceria com 21 ONGs de todo o País, já levou orientações de consumo consciente a mais de 57 mil jovens direta e indiretamente.

Para Betânia Gomes, que pesquisou o tema na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), faltam políticas públicas mais efetivas sobre a questão. “Precisamos de mais iniciativas oficiais de promoção e campanhas educativas para que esses meninos e meninas não comecem a beber tão cedo”, diz a pesquisadora.

Fonte: Folha de S. Paulo